Testemunhos & Dicas

A incontinência urinária é um assunto que urge ser debatido, por ser potenciador do declínio na qualidade de vida. O estigma social associado a este problema é grande e tem efeitos nocivos: depressão, ansiedade, tristeza, vergonha e o isolamento.

 

Para contrariar a tendência, é fundamental olhar para os números. 50% das mulheres, a dado momento da sua vida, vai experienciar episódios de incontinência urinária. Dados recentes indicam também que as perdas involuntárias de urina em mulheres no período pós-menopausa ocorrem com maior frequência do que outras doenças com altos níveis de incidência, como a diabetes, hipertensão ou depressão.

 

Mesmo assim, estatísticas dizem que 50% das mulheres que sofrem de incontinência urinária não vão em busca de soluções. A Sociedade Internacional de Incontinência sugere que o tratamento deve incluir tratamento farmacológico, fisioterapia e terapia comportamental. Nos dois primeiros pontos, suplementação com produtos naturais (vitamina D, selénio, sementes de abóbora e extratos de soja) e exercícios de Kegel podem ser duas formas de combater o problema.

 

Por isso, se está a sofrer de perdas involuntárias de urina, lembre-se: não está sozinha. E quando mais cedo se tornar proactiva na resolução do problema, maior a probabilidade de cura.