Como a incontinência urinária me levou à depressão

Foi depois de uma cirurgia pélvica que comecei a ter episódios de incontinência urinária. Foi um período duro, que me levou a uma depressão.

 

Recuperei desta intervenção médica, mas o meu corpo não estava igual. A minha bexiga não respondia da mesma maneira e, além de ter perdas de urina sempre que fazia esforços, tinha, de repente, uma grande vontade de ir à casa de banho. Várias vezes ao dia.

 

Trabalho numa cozinha, muitas horas e até muito tarde. Passo muito tempo em pé e tenho de estar concentrada naquilo que estou a fazer. Só que, nesta altura, estava sempre a ser interrompida por estas vontades imediatas de correr para a casa de banho — parecia sempre que não ia aguentar até lá chegar.

 

Os meus colegas começaram a reparar, mas não era fácil partilhar o verdadeiro motivo pelo qual estava sempre a interromper as minhas funções — interrupções essas que me levaram a cometer alguns erros.

Achei que era uma consequência irremediável da minha operação e achei que teria de viver assim para sempre. Esta ideia deixou-me extremamente angustiada — e não havia um dia em fosse possível esquecer-me do problema, porque as idas à casa de banho eram inevitáveis.

 

Comecei a ser invadida por uma grande tristeza, por uma enorme falta de vontade de me levantar para ir trabalhar, de estar com pessoas. Só me apetecia estar na cama. Percebi que estava a sofrer de depressão e consultei um terapeuta que me disse que, pela minha saúde mental, precisava seriamente de procurar soluções para a incontinência urinária. Afinal, contra tudo o que pudesse imaginar, era esta a raiz da minha depressão.

 

Comecei a pesquisar e percebi que a vitamina D, o selénio, os extratos de soja e as sementes de abóbora têm um efeito positivo para esta condição. Recorri a suplementos enriquecidos com estas substâncias e consegui superar este problema. Afinal, não era para sempre! Hoje estou bem e feliz. A minha vida voltou ao normal!

  

Como a incontinência urinária afetou o meu pós-parto

Marta | 42 anos

As perdas de urina começaram a acontecer ainda durante a gravidez. Atacavam quando espirrava, quando tossia, quando me ria e até nas idas ao ginásio — muito importantes para combater o enorme número de quilos que ganhei.

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Como a incontinência urinária afetou a minha menopausa

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Entrei na menopausa aos 47 anos. Foi um inferno: calores de tal ordem, que me faziam abrir a porta do frigorífico para me refrescar, a menstruação a desaparecer, a gordura a acumular-se na zona do abdómen. Não é um período fácil para a mulher. É um tempo de grande mudança, mas, lá me adaptei. Que remédio!

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Como a incontinência urinária afetou o meu sono

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A incontinência urinária, na forma de enurese noturna (vontade de urinar à noite), entrou na minha vida aos 34 anos. Mexeu drasticamente com a minha qualidade de vida, principalmente no que toca ao sono. Não dormia e não deixava os outros dormirem.

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